Trichet said he has “no indication that would change my trust” that the Fed, the U.S. Treasury and President Barack Obama “aren’t playing a tactic of a weak dollar,” Trichet said. “I have no reason to think that.”
Fiquei indeciso se coloco a etiqueta de "humor" ou "demasiado estupido para etiquetar" de maneira que optei pela "Bancos Centrais" que é um misto das duas.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Importa-se de repetir?
Começa bem o dia...
Com dois marmelos da CGTP à porta a pedir para fazer greve e, obviamente, pagar as quotas do sindicato.
Mas ao menos não se perdeu tudo. Fiquei a saber que “a situação laboral que se vive hoje na generalidade das empresas é em muitos casos pior que no tempo da escravatura”. Se calhar era melhor pegar naqueles dois senhores que ali estão à porta e escravizá-los durante uns dias., quem sabe talvez mudassem de ideias.
Também fiquei a saber que para combater estas e outras injustiças basta (além de ficar a coçar os ditos no próximo 24 de Novembro em vez de ir trabalhar) pagar ao sindicato 1% do meu rendimento mensal líquido. Estou ansioso.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Cuidado com o BES
O BCP já tinha tentado um esquema parecido mas parece que o BES foi um passo mais longe e faz empréstimos para a suicidio financeiramente assistido dos portugueses.
Cuidado com estes produtos, leiam a discussão e tomem atenção particularmente aos comentários do Incognitus. Não se esqueçam que não há almoços grátis e que a grande "entidade reguladora" vai ficar a dormir até isto lhes estoirar nas mõas.
Imprimir notas nunca foi mais fácil.
Bring it on, Ben!
So, Ben, let’s get this thing over with and let’s test how this market is positioned for what you have to say today. We’re tired of speculating and gaming what you may or may not write in today’s statement and how many billions of dollars you might conjure into existence on a monthly basis for the next year or more. Bring it on: let’s watch another wave of monetary policy history crash over us as you pull out the hammer and close your lips around another batch of coffin nails – ready to grasp the first nail to drive into the soon sealed coffin of Keynesian economics and then another in the coffin of fractional reserve banking and perhaps another into the coffin of fiat currencies. Oh, it’s all the same coffin? Fine – it will go quicker that way. Just remember to save a few nails for the millions of coffins of pensions and savings: for all of the responsible people who didn’t join in on the credit bonanza of the last few decades and spent their lives scrimping and saving. Let’s devalue their savings and nuke the US currency rather than go the quicker and more just road of default, shall we? Extend and pretend is the Fed’s motto, after all. Just watch out for those new crazies on the Hill that are starting to bang on the doors of the Eccles building. Will they break in and cart you off before you’ve finished your final magnum opus – the end of the US dollar and the US economy?
John Hardy do Saxo Bank sobre mais uma ronda de impressão de notas que se espera para o fim da tarde.
Há vida para lá do orçamento
Com tanta conversa sobre o Orçamento de Estado português anda a passar despercebida a situação irlandesa que promete necessitar de um bailout umas 3 ou 4 semanas antes de Portugal esticar a mão.
As taxas ultrapassaram já os 7%, altura em que Trichet soou a corneta e interveio nos mercados. Infelizmente Trichet não lê o Inflaccionista e não sabia que o resultado esperado é exactamente aquele que está no gráfico... as yields continuam a subir.
A grande questão continua a ser qual o impacto que Irlanda e Portugal vão ter em Espanha. É aí, continuo convicto, que se jogará o futuro do euro.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Organize uma corrida à banca
Pelo menos é o que outros estão a fazer por essa Europa fora agendando a dita para o próximo 7 de Dezembro.
Apesar de estas coisas normalmente não resolverem muito (a participação costuma ser baixa) convém tomar algumas precauções não vão aparecer mais protestantes que o habitual e levar mesmo um banco ou dois à falência. Quer dizer, a fechar temporariamente porque todos sabemos que os bancos não podem ir à falência.
De volta ao normal
Como todos já sabem o meu entusiasmo inicial com a ruptura de negociações por parte do PSD foi bastante precoce e não teve pernas para andar dando razão ao que o Miguel tinha escrito.
No entanto, os mercados de dívida parecem partilhar da minha opinião base. Com o orçamento garantido as taxas de juro continuam a subir o que parece implicar que o mercado acredita que ter ou não ter orçamento é exactamente a mesma coisa. Continuo a apostar numa intervenção do FMI no 1º trimestre de 2011.